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Junho Violeta - Violetas contra a violência: dignidade e respeito para com os idosos

Durante todo mês de junho, órgãos ligados à defesa dos direitos, promoveram uma campanha com o título de Junho Violeta que tem por objetivos principais sensibilizar a todos sobre o combate à violência praticada de forma desigual e desumana contra idosos.
Motivada pela busca pela justiça no exercício da cidadania e na preservação dos direitos de cada um e em particular dos idosos que geralmente em situação física limitada, têm seus direitos cruelmente atacados.

 

laçovioleta

 

 

FONTE: http://calbeto.blogspot.com.br/2017/06/junho-violeta-campanha-de-combate.html

Como evitar o ressecamento da pele no inverno

O inverno já chegou e às vezes provoca problemas incômodos na pele das pessoas mais velhas. O clima frio e seco pode deixá-la ressecada, o que exige hidratação extra. Para tirar dúvidas sobre o assunto, conversei com médica dermatologista Michele Haikal, especialista em medicina antienvelhecimento e membro do Colégio Ibero Latino-americano de Dermatologia.
As principais características do processo de envelhecimento da pela são o afinamento da epiderme, com a consequente aproximação da derme e maior exposição dos capilares. Diminuição dos proteoglicanos, que são as proteínas que formam os géis e são responsáveis por regular a estrutura da pele. Na falta dos proteoglicanos, o resultado é a flacidez, o ressecamento e o pregueamento da pele.
Embora seja um processo irreversível, podemos fazer retardá-lo. Manter a parte hormonal equilibrada, assim como a suplementação adequada de acordo com os exames, que devem ser regulares. Os maiores inimigos da pele são sol, cigarro, toxinas (como por exemplo, o mercúrio, o alumínio e os radicais livres), além de alimentos inflamatórios, como glúten, leite e derivados. O ideal é ter uma alimentação balanceada e à base de produtos orgânicos, sem agrotóxicos.
As dermatites atópicas são mais recorrentes no inverno, mas não são comuns na idade senil. A xerose é mais grave nos idosos e ocorre devido ao ressecamento excessivo da pele, que pode chegar a descamar. Por isso, nesta etapa da vida, é preciso usar um hidratante mais clínico e menos perfumaria, que pode ser à base de emolientes e umectantes, ou seja, substâncias que impedem a perda da água. Os produtos mais oleosos e com vitamina E, juntamente com substâncias que puxam a água de camadas mais profundas – como o ativo aquaporine – são os mais indicados. Para manter a pele hidratada, o ideal é usar o produto pelo menos uma vez por dia, no corpo todo, após o banho. Outro item importante é a temperatura da água. Muito quente, ela não faz bem à pele, mas deve-se evitar a água fria no inverno, porque é estressante para o organismo. O sabonete também tem que ser adequado: o ideal é ser líquido, com uma base oleosa, porque assim, em vez de remover a camada protetora da pele (camada lipídica), vai limpar e contribuir para a hidratação.
O câncer de pele é o mais frequente no Brasil e, de acordo com o Inca, corresponde a 30% dos tumores malignos detectados no país. Lesões rosadas que não cicatrizam, em áreas expostas, devem ser levadas ao dermatologista. Sinais que se modificam ou crescem muito, com grande variedade de cor, bordas irregulares e assimetria, também devem ser examinados.

 

FONTE: http://g1.globo.com/bemestar/blog/longevidade-modo-de-usar/post/como-evitar-o-ressecamento-da-pele-no-inverno.html

Ministério da Saúde amplia vacinação contra HPV para meninos de 11 até 15 anos

O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (20), que vai ampliar a oferta da vacina contra o HPV para os meninos de 11 até 15 anos. A imunização par ao público masculino passou a ser disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano, e era destinada apenas aos garotos de 12 a 13 anos. Crianças e jovens, de 9 a 26 anos, que têm HIV/AIDS também já podiam receber a dose.
Segundo o Ministério da Saúde, com a inclusão desse público, cerca de 3,3 milhões de adolescentes, a meta para 2017 é proteger 80% dos 7,1 milhões de meninos de 11 a 15 anos e 4,3 milhões de meninas de 9 a 15 anos.
As secretarias estaduais de saúde do país foram informadas sobra à ampliação da faixa etária e as doses já estão disponíveis nos postos, apontou o ministro da saúde Ricardo Barros (PP-PR) durante coletiva de empresa nesta terça.
"A inclusão de meninos proporciona a proteção indireta das meninas", disse a coordenadora-geral do Programa Nacional de Imunizações, Carla Magda Domingues.
Além dessa mudança, meninas que chegaram aos 15 anos sem receber as duas doses contra o HPV poderão receber a imunização. Pacientes oncológicos e transplantados de 9 a 26 anos também passaram a compor o público-alvo.
Para alcançar a meta e incentivar a vacinação de crianças e adolescentes, o Ministério da Saúde fez uma parceria com o Ministério da Educação por meio do Programa Saúde na Escola. A proposta, de acordo com a pasta, é que os estudantes apresentem, durante o processo de matrícula, a caderneta de vacinação e as instituições comuniquem o sistema sobre as doses prioritárias.

Validade da vacina
A imunização contra o HPV foi incorporada nos postos de saúde em 2014. Como o prazo de validade dos frascos dura 3 anos, atualmente, existem 2,1 mil doses nos estados e municípios que vencem agora em junho de 231 mil que vão expirar em agosto deste ano.
Em setembro, a previsão é de que 233,7 mil doses vençam. Até o fim do ano, calcula-se que cerca de 465 mil vacinas estão com vencimento previsto. Outras 1,1 milhão têm a validade de vencimento no primeiro semestre de 2018.
Para evitar a perda de estoques, o Ministério da Saúde afirmou que encaminha regularmente informes aos estados solicitando empenho na melhoria das coberturas vacinais, especialmente em relação ao HPV.
Segundo o Programa Nacional de Imunizações (PNI), uma perda de até 5% das doses distribuídas nos postos é considerável aceitável "em função de condições logísticas e operacionais".
Durante a coletiva, o Ministério da Saúde reconheceu que os estados e municípios precisam avançar na cobertura vacinal do HPV em meninos e meninas. Desde o início da vacinação em 2014 até 2 de junho deste ano, 72,45% das meninas de 9 a 15 anos (8,6 milhões) foram imunizadas com a primeira dose. No entanto, apenas 45,1% desse público (5,3 milhões) receberam as duas aplicações da vacina.
De janeiro a 2 de junho deste ano, 594,8 mil meninos de 12 a 13 anos se vacinaram com a primeira dose da vacina, o que corresponde de 16,5% dos 3,6 milhões de adolescentes nessa faixa etária que devem se imunizar.

Quantas doses são necessárias?
O Ministério da Saúde explicou que meninos e meninas devem tomar 2 doses da vacina contra HPV, com intervalo de 6 meses entre elas. Para as pessoas que têm HIV, a faixa etária é de 9 a 26 anos, e o esquema vacinal é de 3 doses (intervalo de 0,2 e 6 meses). Os pacientes com HIV precisam apresentar prescrição médica para receber a imunização.

 

FONTE: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/ministerio-da-saude-amplia-vacinacao-contra-hpv-para-meninos-de-11-ate-15-anos.ghtml

USP retira coágulo de artéria no cérebro e devolve movimentos a vítimas de AVC

 

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto (SP) estão utilizando uma técnica capaz de reduzir quase que totalmente as sequelas do Acidente Vascular Cerebral (AVC), como a paralisia facial e a perda de alguns movimentos.
Popularmente chamado de cateterismo cerebral, o tratamento consiste em desentupir as artérias grandes do cérebro até 24 horas após os primeiros sintomas. O método já foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
"Com o tratamento endovascular, às vezes, a gente vê respostas dramáticas. Pacientes que ficariam sequelados pelo resto da vida voltam a andar com esse tratamento. Então, é uma alternativa terapêutica muito interessante", diz o neurologista Octávio Pontes Neto.
Ele explica que a técnica consiste em introduzir um microcateter em uma artéria na perna do paciente e avançar até a área entupida do cérebro, onde o coágulo que impede a passagem do sangue é aspirado ou retirado com um stent, dispositivo usado para desobstruir os vasos.
Segundo Pontes Neto, o procedimento pode "limpar" 80% dos vasos sanguíneos afetados e é mais eficaz que o tratamento convencional, com o uso de medicamentos para dissolver os coágulos que se formaram no cérebro e causam o AVC.
Entretanto, o resultado do tratamento depende da extensão e do tempo em que a lesão ocorreu. O neurologista explica que, quando ocorre um AVC, os neurônios sofrem com falta de oxigênio e morrem em uma taxa de 1,9 milhões por minuto.
"É como se fosse uma fogueira queimando um canavial e a gente tem que correr, como um bombeiro, tentando apagar o incêndio, tentando abria a artéria o mais rápido possível para restaurar o fluxo sanguíneo para o cérebro", diz.
O médico afirma que o sucesso da técnica depende ainda de um bom fluxo colateral, ou seja, que outras artérias estejam levando sangue à área do cérebro afetada pelo AVC. Além disso, é importante que o infarto seja identificado em estágio inicial.
"Não é qualquer paciente com AVC isquêmico, mas aquele que tem oclusão de uma grande artéria do cérebro, em que a gente não consegue desentupir só o remédio na veia. Então, muitas vezes, além de receber o remédio, vai ser submetido a esse cateterismo", completa.

 

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