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Cuidados com o Verão

O Verão chegou e com ele novas medidas devem ser tomadas. A exposição excessiva aos raios solares pode trazer malefícios à saúde, como envelhecimento precoce e até câncer de pele. E só uma proteção adequada se consegue um bronzeado saudável e duradouro.
Durante o verão, os efeitos nocivos do sol afetam principalmente a pele da face, pescoço, colo e braços, que são as partes mais expostas do corpo.
Os raios ultravioletas (UV) também são prejudiciais. Existem dois tipos principais para a pele: o UVA, que penetra mais profundamente e é maior responsável pelo envelhecimento, e o UVB, que penetra menos, e é responsável pelas manchas e pelo câncer de pele.
Para se proteger destes raios, que trazem malefícios pra pele, deve-se tomar os seguintes cuidados:

 

• Aplicar filtro solar com fator de proteção solar (FPS) acima de 15 e espalhar em camadas fartas pelas áreas mais afetadas, reaplicando a cada três horas;
• Usar barreiras físicas como, chapéu, bonés e camisas de tecido escuro, para evitar a radiação solar;
• Ficar em ambientes frescos e com roupas leves;
• Evitar o excesso de exposição ao sol das 10h as 16h.

 

Existem filtros modernos com grande aderência na pele e que saem pouco dentro da água. Por isso, crianças devem sempre usá-los, principalmente quando na praia ou piscina. As pessoas que tem a pele oleosa ou com espinhas, devem usar filtros ou hidratantes leves em gel ou sem óleo, para evitar o agravamento de acne. Já os pacientes que possuem manchas escuras (melasma ou cloasma) devem ter cuidado redobrado com o sol e usarem filtros com EPS de 45 a 60.
Segundo o dermatologista do HGB, Dr. Benjamim Baptista, "a exposição ao sol fora do horário crítico, o uso de roupas claras e ventiladas, o uso de filtro solar de boa qualidade, além de boa alimentação e hidratação, constituem fatores básicos e indispensáveis para manter a saúde da pele durante o verão".

A umidade também é um fator prejudicial
As doenças de pele também são muito frequentes no verão. O excesso de umidade nos espaços entre os dedos dos pés ou nas axilas pode causar coceiras e rachaduras (as chamadas frieiras). Outra doença comum nessa época do ano e a micose, causada por fungos que habitam a água das piscinas e a areia das praias.
Para prevenir o contágio, é preciso tomar alguns cuidados:

 

• Procure sempre andar de chinelo e se deitar sobre cangas ou toalhas quando estiver na praia;
• Não deixe de secar muito bem todo o corpo, principalmente as juntas e entre os dedos dos pés;
• Depois da praia, tome um banho frio ou morno com sabonete neutro;
• Não se esqueça do creme hidratante para refrescar a pele e evitar que ela descasque.

 

 

FONTE: http://www.hgb.rj.saude.gov.br/saude/chegada_verao.asp

Ultrassom israelense que destroi tumores chega a SP

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) inaugurou nesta quinta-feira (14) um serviço de ultrassom - ondas sonoras de alta frequência que o ouvido humano é incapaz de escutar - para destruir células cancerígenas, sem a necessidade de cirurgia e anestesia. O novo equipamento estará disponível à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Apesar do efeito do ultrassom em tumores já ser conhecido, o novo equipamento consegue focar até mil feixes em um único ponto - com a ajuda de um aparelho de ressonância magnética. Com o calor, as células cancerígenas são queimadas, sem que o aumento de temperatura afete os tecidos saudáveis vizinhos.
Único na América Latina, o aparelho é de tecnologia israelense e custou R$1,5 milhão. Segundo Marcos Roberto de Menezes, diretor do setor de diagnóstico por imagem do Icesp, seis mulheres já foram atendidas com sucesso para casos de miomas - tumores benignos, de tecido muscular e fibroso, conhecido por afetar o útero.
O Ices já solicitou protocolos de pesquisa para testar a eficiência da técnica em metástases - câncer que se espalha pelo corpo - ósseas.
"Essa tecnologia ainda é experimental, não só no Brasil, como em outros centros do mundo", afirma Marcos. "No caso das metástases, a aplicação seria em paliativo, mais indicada para reduzir as dores causadas pelo tumor e aumentar a qualidade de vida do paciente."

 

Como funciona
O tratamento, no entanto, não serve para qualquer paciente. Um estudo anterior precisa ser feito para saber quem pode passar pelo ultrassom.
"Dois fatores que são levados em conta na escolha das pacientes são o local dos tumores e o tamanho deles", explica o médico do Icesp.
A técnica dispensa o uso de anestésicos. "As pacientes ficam conscientes durante toda a operação, recebem apenas sedativos", explica Marcos. Segundo o médico, o procedimento não causa dor intensa. "As pacientes costumam reclamar de dores parecidas com cólicas menstruais, mas isso somente durante o exame."
No caso do uso de terapia contra miomas, as pacientes deitam de bruços, em uma esteira usada comumente em exames de ressonância magnética. O aparelho de ultrassom fica logo abaixo da cintura.
"A grande vantagem é que as áreas ao redor do tumor não são afetadas, a técnica é muito precisa, só ataca onde é necessário" Marcos Roberto de Menezes, diretor do setor de diagnóstico por imagem do Icesp o diagnóstico por imagem permite conhece as áreas onde estão os miomas.
Após definir os pontos que serão destruídos pelo calor, os médicos começam a disparar as ondas sonoras em pequenos pontos dos tumores. Cada pulso demora apenas alguns segundos. Vários são necessários para queimar uma área inteira. Toda a operação pode levar até, no máximo, 2 horas.
O ultrassom eleva a temperatura das células cancerígenas até 80°C.

 

 

Fonte: http://simisrael.com.br/site/index.php/noticias/125-ultrassom-israelense-que-destroi-tumores-chega-a-sp

Doenças transmitidas pela chuva

A chuva e as enchentes podem transmitir doenças como micose, hepatite e leptospirose, e por isso, deve-se evitar entrar em contato com a água, especialmente durante períodos de enchente.
No entanto, se for muito necessário entrar em contato com esse tipo de água, para limpar a casa ou recuperar objetos, é necessário calçar botas de plástico impermeáveis ou, em alternativa, cobrir mãos e pés com 2 ou 3 sacolas plásticas, uma por cima da outra e prendê-las no punho e no calcanhar com um durex forte.

 

Algumas das doenças transmitidas pelo contato com a água das enchentes são:

 

Leptospirose: Doença que se dá devido a uma bactéria presente na urina e nas fezes de animais com ratos, porcos, cobras, ovelhas, cães, bois e vacas;
Pneumonia: Infecção que se instala nos pulmões devido à entrada de fungos no sistema respiratório, gerando sintomas parecidos com os da gripe;
Malária: Transmitida pela picada do mosquito da malária, que leva a um comprometimento do fígado e do sangue;
Micose: Doença de pele causada por um fungo, que penetra na pele, gerando sintomas como coceira, vermelhidão e pequenas feridas;
Toxoplasmose: Deevido ao consumo de alimentos contaminados com o vírus da toxoplasmose, presente nas fezes de cães e gatos;
Febre Tifoide: Se dá devido ao consumo de alimentos contaminados com uma bactéria chamada Salmonela, gerando sintomas como febre, enjoo e dor de barriga;
Hepatite: Devido ao consumo de água ou de alimentos contaminados com o vírus da hepatite, gerando cor amarelada na pele e nos olhos, devido ao comprometimento do fígado.

 

A chuva e as enchentes podem ainda levar à proliferação do mosquito da dengue. Para se proteger, deve-se usar repelente diariamente e nunca deixar água parada, para evitar aumento de casos da reprodução do mosquito.

 

Como evitar?
Para evitar estas doenças, recomenda-se não entrar em contato com as águas da enchente e quando as águas baixarem, lavar tudo o que foi molhado pela água da enchente com cloro para matar todos os micro-organismos nocivos.
É preciso ainda usar repelente nos dias a seguir as enchentes, só beber água clorada ou filtrada e comer alimentos que não tenham entrado em contato com as águas sujas da enchente.

 

 

Fonte: https://www.tuasaude.com/doencas-transmitidas-pela-chuva/

Luz piscante oferece esperança de tratamento para Alzheimer

Cientistas americanos usaram com sucesso luzes piscantes para reduzir, em cérebros de roedores, as placas beta-amiloides associadas ao mal de Alzheimer em humanos, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (7).
Embora seja muito cedo para dizer se o experimento poderia se traduzir em um tratamento para a doença degenerativa, ele abre um caminho promissor para novas pesquisas, disse a equipe.
"É um grande 'se'", disse a coautora do estudo Li-Huei Tsai, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). "Mas se os seres humanos se comportam de forma semelhante aos camundongos em resposta a este tratamento, eu diria que o potencial é enorme, porque é não invasivo e acessível", acrescentou.
A pesquisadora ressaltou que muitas terapias que mostraram funcionar em roedores no passado falharam em seres humanos.
Especialistas externos disseram que os resultados são "potencialmente" interessantes.

 

Como funciona
Acredita-se que a terapia funcione ao induzir ondas cerebrais elétricas que se tornaram disfuncionais em pessoas com Alzheimer.
O experimento consistiu na exposição de camundongos à luz estroboscópica para tentar influenciar a atividade elétrica do cérebro.
Depois de uma hora de estimulação, os pesquisadores encontraram uma redução de 40% a 50% dos níveis de beta-amiloide no hipocampo, a parte do cérebro onde acredita-se que a memória reside, disseram.
E após uma semana de tratamento, placas e proteínas amiloides flutuantes foram "reduzidas acentuadamente", disse a equipe em um comunicado.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a demência afeta cera de 47,5 milhões de pessoas em todo o mundo - com 7,7 milhões de novos casos a cada ano.
O Alzheimer é a causa mais comum, sendo responsável por entre 60% e 70% dos casos de demência.

 

Ainda sem tratamento
A doença, que foi identificada pela primeira vez a mais de 100 anos atrás, geralmente evolui de episódio de esquecimento e distração para uma grande perda de memória e dependência quase total, coforme os afetados se tornam alheios ao tempo e o lugar.
Ainda não há tratamento eficaz nem cura para o Alzheimer, e os cientistas discordam sobre suas causas - incluindo o papel das placas formadas pela proteína beta-amiloide.
O estudo "pode muito bem nos dar uma faísca para novas formas de pesquisa para explorar mais a relação entre os ritmos da atividade elétrica no cérebro e a doença de Alzheimer", disse Doug Brown, diretor de pesquisa da Sociedade de Alzheimer, uma instituição de caridade britânica.

 

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/luz-piscante-oferece-esperanca-de-tratamento-para-alzheimer.ghtml

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