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Dor no ombro pode estar associada a doenças cardíacas

Sua dor no ombro pode não ser apenas o resultado de uma tensão física excessiva. Um novo estudo conduzido por pesquisadores da University of Utah School of Medicine, nos Estados Unidos, constatou que indivíduos que sofrem com problemas no ombro têm um risco aumentado para doença cardíaca.

"Problemas nos músculos ou tendões do ombro, podem ser sinal de que há algo mais acontecendo", diz o principal autor do estudo Kurt Hegmann. A pesquisa foi publicada no Journal of Occupational and Environmental Medicine.


O estresse físico é acusado de agravar as articulações do ombro, os músculos e tendões que os rodeiam. Uma pesquisa anterior descobriu que pessoas que tinham maior risco de doença cardíaca também tiveram uma tendência para a síndrome do túnel do carpo, tendinite de aquiles e cotovelo de tenista, todos os distúrbios musculoesqueléticos.

Os pesquisadores notaram que quanto maior o risco para doença cardíaca - incluindo pressão arterial elevada, colesterol alto, diabetes - mais provável eles teriam problemas no ombro.

 

O estudo verificou 36 participantes que sofrem de doenças cardíacas tiveram 4,6 vezes maior probabilidade, do que aqueles com nenhum dos fatores de risco, para ter tido dor nas articulações do ombro. Além disso, tiveram seis vezes maior probabilidade de ter uma segunda condição de ombro, como tendinopatia do manguito rotador.

Os participantes com risco cardíaco de nível médio foram menos propensos a ter qualquer condição do ombro, entre 1,5 e 3 vezes. Os resultados reforçam que possa haver uma relação entre o risco cardíaco e os problemas de ombro, mas os pesquisadores precisarão acompanhar um estudo prospectivo para provar causa e efeito.

 

 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/saude/noticias/25216-dor-no-ombro-pode-estar-associada-a-doencas-cardiacas?utm_source=news_mv&utm_medium=hoje_no_mv&utm_campaign=4656147

Pesquisa desenvolve sensor para detectar diabetes através do hálito

Um sensor semelhante ao bafômetro poderá diagnosticar e medir o nível de açúcar no sangue de pacientes portadores de diabetes pelo hálito. O equipamento é desenvolvido em São Carlos (SP) por uma equipe de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade Estadual Paulista (Unesp). O objetivo do novo sensor é substituir as picadas de agulhas no dedo para o controle da doença por um procedimento não invasivo e indolor.
O organismo das pessoas que têm a diabetes produz em maior quantidade uma substância chamada acetona. O dispositivo, cuja pesquisa está ainda em estágio preliminar, permitiu detectar níveis de acetona produzida em laboratório. Os resultados do estudo já foram publicados, mas ainda não há uma data para que os testes clínicos comecem a ser feitos.

 

Protótipo
O protótipo, criado no Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) do Instituto de Física da USP, é capaz de simular o sopro de pessoas com e sem diabetes.
“Ele consegue aferir a concentração de acetona no hálito. Um paciente não diabético possui em torno de 0,3 a 0,9 partes por milhão de acetona, enquanto o paciente diabético possui o dobro dessa concentração”, explicou o pesquisador Luís Fernando da Silva, professor do departamento de física da UFSCar.

 

Alternativa às agulhas e portabilidade
Atualmente, a coleta de sangue é a principal forma de diagnóstico da diabetes e de controle da glicose. Portadora da doença, a dona de casa Euzélia de Azevedo toma três doses de insulina diariamente e realiza o processo de controle. “É uma picadinha, mas dói. Se não furar, não sai sangue. O dedo fica dolorido”, contou.
Para o pesquisador, o método atual de controle é viável, mas o procedimento invasivo é desconfortável. Além disso, há custos com os materiais. Outro benefício do novo sensor seria a portabilidade.
“O paciente pode carregar em uma bolsa ou mesmo adaptá-lo ao seu smartphone ou relógio e então aferir o nível de glicemia. Até pessoas que não são diabéticas podem estar aferindo. Normalmente, descobre-se a doença quando o médico pede algum exame de sangue. A partir disso é que você vai começar a se preocupar com a diabetes. A gente sabe que o brasileiro não tem muito costume de análise laboratorial”.

 

Testes clínicos
A pesquisa ainda tem que passar por testes clínicos com pacientes e também por estudos para descobrir quanto o equipamento custaria para o consumidor. Segundo o pesquisador, ainda não há prazo para a inovação chegar ao mercado e não é possível estimar o valor do aparelho. “Não seria nada exorbitante, até porque a gente busca meios de ter a portabilidade a um custo-benefício favorável”, disse.
O professor ressaltou que sensores como esse ajudariam ainda a detectar outros problemas de saúde. “Existem pesquisas que têm indicado que é possível também diagnosticar alguns tipos de câncer ou mesmo caso de infarto por meio da análise do hálito do paciente”.

 

 

FONTE: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2017/01/pesquisa-desenvolve-sensor-para-detectar-diabetes-atraves-do-halito.html

Pesquisadores belgas descobrem proteína capaz de prevenir obesidade e diabetes

Pesquisadores da Universidade Católica de Lovaina (UCL), na Bélgica, descobriram uma proteína capaz de prevenir o desenvolvimento da obesidade e da diabete tipo 2 em ratos.
A descoberta foi publicada nesta segunda (02) na revista especializada Nature e abre caminho para o desenvolvimento de um medicamento contra as duas doenças que afetam, respectivamente, 600 milhões e 400 milhões de pessoas em todo o mundo.
Batizada de Amuc_1100, a proteína faz parte da membrana externa da bactéria Akkermansia muciniphila, que vive exclusivamente na flora intestinal de animais vertebrados, como o homem.
A equipe liderada pelo professor Patrice Cani descobriu que, administrada em grande quantidade, essa proteína bloqueia completamente o desenvolvimento de intolerância a glicose e de resistência à insulina, tanto em um regime normal como em um regime rico em gordura.
Ela atua como uma espécie de barreira protetora, diminuindo a permeabilidade do intestino e impedindo que toxinas presentes na massa fecal entrem na corrente sanguínea.
"A permeabilidade intestinal é responsável pela passagem ao sangue de determinada toxina que contribuem para o desenvolvimento da diabete, de inflamações, para o fato de que algumas pessoas obesas sintam fome constantemente e para várias desordens metabólicas", explicou Cani em entrevista à BBC Brasil.
Essa barreira também reduz a absorção de energia pelo intestino, resultando em menor ganho e massa corporal.
 
Acaso
Foi por acaso que Hubert Plovier, doutorando da equipe de Cani, descobriu a proteína Amuc_1100.
A bactéria Akkermansia muciniphila é conhecida por sua capacidade de reduzir entre 40 e 50% o ganho de massa corporal e de resistência à insulina em ratos, comprovada em 2013 também por Cani.
Mas o teste em humanos esbarrava na dificuldade de reproduzir sinteticamente a bactéria, sensível ao oxigênio.
Para resolver o problema, Plovier optou pala pasteurização, um processo no qual uma substância é aquecida a 70 graus.
"Descobrimos não só que a bactéria produzida dessa maneira conserva suas propriedades, mas também que dobra em eficácia, detendo totalmente o desenvolvimento da obesidade e da diabete tipo 2, independente do regime alimentar", afirma Cani.
Ao investigar as razões do ganho em eficácia, os pesquisadores observaram a presença da proteína Amuc_1100 ainda ativa na bactéria pasteurizada.
"Quer dizer, a pasteurização elimina o que é desnecessário na bactéria e preserva a proteína, o que explica essa eficácia multiplicada."
A equipe testou os efeitos da proteína isolada em três séries de testes com ratos e obteve, em todas elas, os mesmos resultados do tratamento com a bactéria Akkermansia muciniphila pasteurizada.
Submetidos a um regime rico em gordura e altamente calórico, os animais que receberam a bactéria viva ganharam menos peso e desenvolveram menos resistência à insulina que os que receberam um placebo.
No caso dos que receberam a bactéria pasteurizada ou a proteína isolada, o tratamento deteve totalmente o ganho de peso e a resistência à insulina.
 
Futuro remédio
O tratamento com Akkermansia muciniphila pasteurizada já foi submetido a uma primeira fase de testes em humanos e a conclusão é que sua administração não apresenta riscos para a saúde.
A prova foi realizada com 4 grupos de 10 voluntários, em alguns casos durante 15 dias, em outros durante 3 meses, seguindo os procedimentos habituais para esse tipo de pesquisas.
Um grupo recebeu uma dose diária de um bilhão de bactérias vivas, outro 10 mil bactérias vivas, o terceiro um bilhão de bactérias pasteurizadas e o último um placebo.
Segundo Cani, nenhum dos voluntários apresentou qualquer problema.
A segunda fase de testes em humanos, para determinar os efeitos clínicos da bactéria sobre a obesidade e a diabete, deve ser concluída no segundo semestre de 2017 e conta com mais de 100 voluntários.
Se os resultados forem positivos, será o primeiro passo para o desenvolvimento de um futuro produto terapêutico contra ambas as doenças, que poderia chegar ao mercado em um prazo de cinco ou seis anos.
Já para o desenvolvimento de um remédio, os pesquisadores ressaltam que ainda é necessário testar o uso da proteína isolada em humanos e descobrir uma maneira de produzi-la em grande escala.
O processo todo poderia demorar pelo menos 10 anos.
Cani pretende também comprovar os efeitos da Akkermansia muciniphila sobre outras doenças relacionadas, como alto nível de colesterol, arteriosclerose, inflamação intestinal e mesmo câncer.
 

Janeiro Branco

Em Janeiro de 2014, nasceu em Uberlândia/MG, uma campanha com o objetivo de chamar a atenção de toda a sociedade brasileira para a importância de todos os assuntos relacionados ao universo da Saúde - e, em especial, à Saúde Mental.

O mês de Janeiro foi escolhido por, simbólica e culturalmente, representar a renovação das esperanças, projetos e planos de vida das pessoas. A cada Janeiro, em termos simbólicos, novos horizontes se abrem à vida das pessoas, convidando-as a refletirem sobre os caminhos que já percorreram e os destinos aos quais desejam chegar.

Esse convite pode ser convite para uma vida com mais harmonia, mais propósitos e mais sentido existencial.
A cor branca foi escolhida por representar a possibilidade de partida de qualquer projeto, de inícios e reinícios possíveis a partir de uma "folha em branco", um "muro em branco" ou uma "tela em branco". Além disso, o branco, por ser a somatória de todas as cores, abre os braços para todo e qualquer projeto de vida, sempre, também, simbolizando a paz e a pureza das intenções.


Objetivos da Campanha Janeiro Branco

• Fazer do mês de Janeiro o marco temporal estratégico para que todas as pessoas do mundo reflitam, debatam e planejem ações em prol da Saúde Mental e da Felicidade em suas vidas ao longo de todo o ano;
• Chamar a atenção de todo mundo para o tema da Saúde Mental nas vidas das pessoas;
• Aproveitar o início de todo ano para incentivar as pessoas a pensarem a respeito das suas vidas, dos seus relacionamentos e do que andam fazendo para serem verdadeiramente felizes;
• Chamar a atenção das pessoas para pensarem a respeito do que precisam mudar em suas vidas para serem, realmente, felizes;
• Mostrar às pessoas que sempre é possível o fechamento e a abertura de novos ciclos em busca da Felicidade em suas vidas - afinal, ano novo, vida nova, mente nova!

 

Como o Janeiro Branco pode ajudar as pessoas
• Incentivando-as a pensar: o ano mudou - vamos mudar de vida também?
• Convidando- as a entender: assim como os anos, a vida é feita de ciclos - devemos concluir aqueles que não nos fazem bem e iniciar os que nos farão felizes!
• Fazendo-as perceber: a virada de ano e o momento simbólico que a humanidade criou para parar um pouco e pensar sobre si mesma - essa é uma boa hora para aproveitarmos o exemplo e fazermos o mesmo em relação as nossas próprias vidas!
• Encorajando-as a responder: Janeiro abre as portas de um novo ano para todos - será mesmo que precisamos repetir as escolhas ou condições do ano que passou e que os impediram de ser, verdadeiramente, felizes?
• Motivando-as a calcular: um novo ciclo de 12 meses está se abrindo a nossa frente - há tempo de sobra para qualquer um de nós fazer, onde ser feliz e ajudar aos outros nessa tarefa.

 

 

 

Fonte: http://janeirobranco.com.br/projeto-janeiro-branco/

            http://encenasaudemental.net/narrativa/o-que-e-o-janeiro-branco/

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