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Ataques de pânico: O que fazer durante uma crise de ansiedade?

Os ataques de pânico são mais frequentes em pessoas portadoras de transtornos de ansiedade, como a síndrome do pânico e o transtorno de ansiedade generalizada, pois o pânico pode ser compreendido como um levar a ansiedade a limites extremos. Se fizermos uma pequena reflexão, a ansiedade também está relacionada com a antecipação de eventos que irão acontecer, principalmente com a possibilidade de "resultados ruins acontecerem" com o medo das coisas darem errado. Há então uma íntima relação entre ansiedade e pânico.

 

A frequência dos ataques de pânico irá depender de inúmeras variáveis, que didaticamente podemos reduzir a situações de ameaça: ameaças externas à integridade do indivíduo e ameaças internas (orgânicas, não raro desconhecidas ou não percebidas pelo paciente).

 

O pânico ocorre principalmente em pessoas de 14 a 45 anos e é mais frequente em mulheres do que homens, em uma proporção de 2 para 1. Produz grau elevado de incapacitação. 90% dos pacientes com pânico acreditam terem uma doença física na seguinte distribuição:
• 10% queixas gastrointestinais
• 15% desordens vestibulares, como vertigens e labirintoses
• 16% queixas cardiológicas
• 35% queixas de hiperventilação
• 30% queixas psíquicas.

 

O que fazer quando percebe que está tendo um ataque de pânico?
É muito importante não tentar lutar contra o pânico, pois este não é um mecanismo consciente, ele é decorrente de mecanismos automáticos cerebrais localizados em regiões automáticas ou não conscientes. Faz parte de um complexo sistema de defesa do organismo.

Mas a pessoa pode tomar algumas ações:
• Recorrer a técnicas de relaxamento, como meditação ou preces, por exemplo
• Usar qualquer técnica de distração como uma conversa suave, música suave, palavras que acalmem, massagem em regiões do corpo que produzem relaxamento
• Controlar da respiração. 

O controle da respiração, principalmente, é muito importante: inspirar lentamente e expirar lentamente, sem pressa. Em seguida, é recomendado o relaxamento de grupos musculares mais tensos (ir relaxando a face, a nuca e pescoço, os ombros, os braços, o tórax e assim sucessivamente). Um terceiro passo seria acomodar-se em local agradável, bem ventilado com vista o mais aberta possível e evitar locais fechados e abafados, afrouxar as roupas, sentir-se o mais confortável possível. 

 

Além disso, os pensamentos no momento do ataque são muito importantes. A matriz do pânico é o medo, e um medo incontrolável. Só quem já passou por um ataque de pânico entende o que estou escrevendo. É difícil conter esses pensamentos, por isso escrevemos todas as medidas anteriores para evitar os piores pensamentos. Dentre os piores temos o medo de morrer, o medo de perder o controle, a certeza de que algo muito ruim realmente irá acontecer, a certeza de que realmente estou muito doente e ninguém descobre ou me leva a sério, pois as sensações são reais.

 

Os pensamentos que devem ser priorizados nesses momento são aqueles que nos afastam do medo: a certeza lógica que é só uma ataque de pânico do qual não tenho controle, mas que irá passar; a fé de que nada me acontecerá de mal, a coragem para enfrentar situações adversas ("já passei por coisas piores e sobrevivi, vou sobreviver a esta também" - novamente a lógica tentando se impor sobre o "tsunami" ilógico do medo); tentar não ter medo do medo, e sim aprender com o medo. O medo existe para nos defender de algo e não para nos escravizar. O medo é nosso aliado e não nosso inimigo.

 

Quero acrescentar que essas são medidas imediatas e paliativas, até que a pessoa possa procurar um especialista competente, pois somente com o uso de medicamentos especializados pode-se tratar adequadamente uma síndrome de pânico.

 

 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/materias/18153-ataques-de-panico-o-que-fazer-durante-uma-crise-de-ansiedade?utm_source=news_mv&utm_medium=hoje_no_mv&utm_campaign=4656147

Anvisa suspende distribuição de mais de 100 medicamentos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou o recolhimento voluntário de uma série de lotes de medicamentos da marca Brainfarma. A suspensão foi divulgada no Diário Oficial da União (DOU).

 

A empresa já solicitou a suspensão da distribuição, da venda e do uso de determinados lotes. Os motivos da iniciativa não foram esclarecidos, mas, na publicação, fala-se em "medida de interesse sanitário".

 

Entre os medicamentos suspensos estão:

• AMOXICILINA 250MG/5ML PO EXT VD 1X150ML
• CORISTINA VIT C EFERVESCENTE 10CP
• DIPIRONA SODICA 1G COMP CT BL 1X10
• DORIL ENXAQUECA BL DISP 6X25X4 CPRV
• EPOCLER LIQ FLAC 12X60X10ML
• LORATADINA 10MG COMP CT 12 CP

 

 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/saude/noticias/25221-anvisa-suspende-distribuicao-de-mais-de-100-medicamentos?utm_source=news_mv&utm_medium=hoje_no_mv&utm_campaign=4656147

Dor no ombro pode estar associada a doenças cardíacas

Sua dor no ombro pode não ser apenas o resultado de uma tensão física excessiva. Um novo estudo conduzido por pesquisadores da University of Utah School of Medicine, nos Estados Unidos, constatou que indivíduos que sofrem com problemas no ombro têm um risco aumentado para doença cardíaca.

"Problemas nos músculos ou tendões do ombro, podem ser sinal de que há algo mais acontecendo", diz o principal autor do estudo Kurt Hegmann. A pesquisa foi publicada no Journal of Occupational and Environmental Medicine.


O estresse físico é acusado de agravar as articulações do ombro, os músculos e tendões que os rodeiam. Uma pesquisa anterior descobriu que pessoas que tinham maior risco de doença cardíaca também tiveram uma tendência para a síndrome do túnel do carpo, tendinite de aquiles e cotovelo de tenista, todos os distúrbios musculoesqueléticos.

Os pesquisadores notaram que quanto maior o risco para doença cardíaca - incluindo pressão arterial elevada, colesterol alto, diabetes - mais provável eles teriam problemas no ombro.

 

O estudo verificou 36 participantes que sofrem de doenças cardíacas tiveram 4,6 vezes maior probabilidade, do que aqueles com nenhum dos fatores de risco, para ter tido dor nas articulações do ombro. Além disso, tiveram seis vezes maior probabilidade de ter uma segunda condição de ombro, como tendinopatia do manguito rotador.

Os participantes com risco cardíaco de nível médio foram menos propensos a ter qualquer condição do ombro, entre 1,5 e 3 vezes. Os resultados reforçam que possa haver uma relação entre o risco cardíaco e os problemas de ombro, mas os pesquisadores precisarão acompanhar um estudo prospectivo para provar causa e efeito.

 

 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/saude/noticias/25216-dor-no-ombro-pode-estar-associada-a-doencas-cardiacas?utm_source=news_mv&utm_medium=hoje_no_mv&utm_campaign=4656147

Pesquisa desenvolve sensor para detectar diabetes através do hálito

Um sensor semelhante ao bafômetro poderá diagnosticar e medir o nível de açúcar no sangue de pacientes portadores de diabetes pelo hálito. O equipamento é desenvolvido em São Carlos (SP) por uma equipe de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Universidade Estadual Paulista (Unesp). O objetivo do novo sensor é substituir as picadas de agulhas no dedo para o controle da doença por um procedimento não invasivo e indolor.
O organismo das pessoas que têm a diabetes produz em maior quantidade uma substância chamada acetona. O dispositivo, cuja pesquisa está ainda em estágio preliminar, permitiu detectar níveis de acetona produzida em laboratório. Os resultados do estudo já foram publicados, mas ainda não há uma data para que os testes clínicos comecem a ser feitos.

 

Protótipo
O protótipo, criado no Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF) do Instituto de Física da USP, é capaz de simular o sopro de pessoas com e sem diabetes.
“Ele consegue aferir a concentração de acetona no hálito. Um paciente não diabético possui em torno de 0,3 a 0,9 partes por milhão de acetona, enquanto o paciente diabético possui o dobro dessa concentração”, explicou o pesquisador Luís Fernando da Silva, professor do departamento de física da UFSCar.

 

Alternativa às agulhas e portabilidade
Atualmente, a coleta de sangue é a principal forma de diagnóstico da diabetes e de controle da glicose. Portadora da doença, a dona de casa Euzélia de Azevedo toma três doses de insulina diariamente e realiza o processo de controle. “É uma picadinha, mas dói. Se não furar, não sai sangue. O dedo fica dolorido”, contou.
Para o pesquisador, o método atual de controle é viável, mas o procedimento invasivo é desconfortável. Além disso, há custos com os materiais. Outro benefício do novo sensor seria a portabilidade.
“O paciente pode carregar em uma bolsa ou mesmo adaptá-lo ao seu smartphone ou relógio e então aferir o nível de glicemia. Até pessoas que não são diabéticas podem estar aferindo. Normalmente, descobre-se a doença quando o médico pede algum exame de sangue. A partir disso é que você vai começar a se preocupar com a diabetes. A gente sabe que o brasileiro não tem muito costume de análise laboratorial”.

 

Testes clínicos
A pesquisa ainda tem que passar por testes clínicos com pacientes e também por estudos para descobrir quanto o equipamento custaria para o consumidor. Segundo o pesquisador, ainda não há prazo para a inovação chegar ao mercado e não é possível estimar o valor do aparelho. “Não seria nada exorbitante, até porque a gente busca meios de ter a portabilidade a um custo-benefício favorável”, disse.
O professor ressaltou que sensores como esse ajudariam ainda a detectar outros problemas de saúde. “Existem pesquisas que têm indicado que é possível também diagnosticar alguns tipos de câncer ou mesmo caso de infarto por meio da análise do hálito do paciente”.

 

 

FONTE: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2017/01/pesquisa-desenvolve-sensor-para-detectar-diabetes-atraves-do-halito.html

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