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Acupressão pode ajudar no alívio de dores musculares e obesidade

A acupressão (uma mistura de acupuntura e pressão) é uma técnica derivada da acupuntura - modalidade terapêutica que utiliza agulhas, moxas, ventosas e outros instrumentos para liberar substâncias químicas. Na acupressão, usada há milhares de anos na China, é aplicada pressão física com os dedos ou com dispositivos em pontos específicos de acupuntura para promover o tratamento de patologias, relaxamento e bem-estar.

A acupuntura e acupressão usam os mesmos pontos e meridianos. Pode-se dizer que a acupressão é simplesmente o estímulo da acupuntura, porém sem a necessidade de inserção de agulhas.

 

Benefícios da Acupressão
As aplicações da acupressão pode proporcionar o alívio de dores, ajudando a reduzir tensão muscular, melhorar a circulação e relaxamento. Por aliviar o stress, a acupressão pode ajudar a promover relaxamento e bem-estar.
É possível também tratamento de diversas doenças dos sistemas musculoesquelético, respiratório, neurológico e digestório, além de auxiliar no tratamento da obesidade, da depressão e do estresse e também de algumas afecções dermatológicas.
Vários estudos encontraram benefícios do uso da acupressão para prevenir e tratar náuseas e vômitos na gestação, e após cirurgias ou quimioterapias.

 

Como realizar acupressão
É possível realizar alguns pontos de acupressão por conta própria para condições específicas, como dores musculares crônicas, fibromialgia, fadiga crônica, estresse e náuseas.
Uma maneira simples para estimular esses pontos é pressionar firmemente com um dedo em um movimento rotativo ou movimentos ascendentes e descendentes durante vários minutos de cada vez. Ela pode ser realizada pela própria pessoa ou por um profissional.
É possível estimular alguns pontos de acupressão por conta própria para condições específicas, como dores musculares crônicas, fibromialgia, fadiga crônica, estresse e náuseas.
No entanto, é sempre importante lembrar que caso os sintomas persistam, procure um médico especialista para avaliação e afastar qualquer outra patologia mais séria.

 

Outros tipos de acupressão
Alguns estilos de acupressão também incorporam outras técnicas de cura. O shiatsu, forma japonesa tradicional de acupressão, pode ser bastante vigorosa, com uma pressão profunda aplicada a cada ponto por alguns segundos.
Outro tipo de acupressão envolve uma pressão suave em cada ponto por um minuto ou mais.
Como regra geral, podemos dizer que a pressão com um ritmo intermitente e rápido é estimulante, e uma pressão mais lenta pode criar um efeito profundo relaxante sobre o corpo.

 

 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/saude/materias/22951-acupressao-pode-ajudar-no-alivio-de-dores-musculares-e-obesidade?utm_source=news_mv&utm_medium=hoje_no_mv&utm_campaign=4656147

Pimenta e gengibre juntos podem ajudar a prevenir o câncer

Apesar de alguns estudos sugerirem que a capsaicina, componente que dá a ardência às pimentas, possa levar ao câncer, uma nova pesquisa mostra que a combinação de pimenta e gengibre pode reduzir as chances da doença. A conclusão foi publicada no "ACS Journal of Agricultural and Food Chemistry".
Os cientistas observaram que a capsaicina e o 6-gingerol, encontrado no gengibre, se ligam ao mesmo receptor celular que está associado ao crescimento de tumores. Durante semanas, os pesquisadores alimentaram ratos, com propensão ao câncer de pulmão, com a capsaicina e o 6-gingerol separadamente, e com a combinação de ambos.
Ao longo do tempo estudado, os ratos que receberam apenas capsaicina desenvolveram câncer pulmonar, enquanto metade dos ratos que receberam o 6-gingerol desenvolveram a doença.

 

O resultado que surpreendeu os pesquisadores foi que apenas 20% dos ratos que se alimentaram de ambos os compostos desenvolveram câncer. Agora, os pesquisadores estão em busca das potenciais bases moleculares para entender como os compostos interagem para ter esse efeito.

 

 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/noticias/22443-pimenta-e-gengibre-juntos-podem-ajudar-a-prevenir-o-cancer?utm_source=news_mv&utm_medium=hoje_no_mv&utm_campaign=4656147

Cientista classifica um novo órgão no corpo humano

Um pesquisador da Universidade de Limerick, na Irlanda, revolucionou a anatomia ao propor em estudo (publicado na revista científica The Lancet Gastroenterology & Hepatology) que o mesentério seja classificado como um órgão dentro do corpo humano.
O estudo foi publicado em novembro de 2016, mas a partir de janeiro de 2017 o principal livro de anatomia humana, o Anatomia de Gray (não confunda com a série "Grey's Anatomy"), escrito por Henry Gray e até hoje usado em faculdades de medicina, foi atualizado incluindo este novo órgão.
O novo órgão tem a forma de leque e é uma dobra do peritônio (o revestimento da cavidade abdominal), conectando o intestino com o abdômen. Anteriormente, acreditava-se que ele era uma estrutura complexa e formada por partes separadas, mas usando um microscópio o professor Calvin Coffey percebeu que na verdade ele é uma estrutura contínua e propôs classifica-lo, portanto, como um órgão.

 

No entanto, apesar de a anatomia e composição deste órgão estar clara para o cientista, ainda falta estudar qual é a função dele. Com isso, será possível perceber quando este órgão funciona incorretamente e caracterizar doenças.
A esperança de Coffey, que leciona a disciplina de cirurgia, é que este novo órgão traga uma nova luz às doenças abdominais e digestivas e até ajude a tornar as cirurgias nesta região menos invasivas e com menos complicações. No entanto, ainda há muito o que se estudar. Coffey acredita que este novo campo de estudo envolva não só a gastroenterologia e a coloproctologia, como também a neurologia.

 

O que sabemos sobre o mesentério?
O mesentério é uma parte do peritônio e seus tecidos carregam artérias, veias, neurônios e glândulas linfáticas. Ele conecta essas estruturas do intestino com o restante do corpo. Atualmente sua função principal é manter os intestinos em seu devido lugar dentro do abdômen.
Ele normalmente é divido em duas partes: o omento, que circunda o intestino delgado; e o mesocólon, que envolve as diferentes partes do intestino grosso.
Hoje, já existem quadros de saúde ligados ao mesentério, como o desenvolvimento de cânceres neste órgão, principalmente no mesentério ligado ao intestino delgad. O principal sintoma destes casos são dores.
Existe também uma doença chamada isquemia mesentérica, em que há o estreitamento dos vasos sanguíneos da região, o que reduz o fluxo sanguíneo para o intestino, causando dores abdominais, náuseas e vômito. Se não for tratada, a doença pode trazer danos permanentes ao corpo.

 

MESENTÉRIO

Mesentério: novo órgão descoberto

 

 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/saude/noticias/25226-cientista-classifica-um-novo-orgao-no-corpo-humano?utm_source=news_mv&utm_medium=hoje_no_mv&utm_campaign=4656147

Enxaqueca: Produção de substâncias inflamatórias gera a crise

Dor de cabeça ou cefaleia, termo técnico utilizado pelos médicos, é um sintoma tão frequente na população geral que se estima pelo menos uma crise de dor ao longo da vida para mais de 90% dos habitantes no planeta. E dentre as cefaleias mais comuns, aquela que mais leva o paciente a procurar auxílio médico é, sem dúvidas, a enxaqueca. E o que acontece com o nosso corpo durante a enxaqueca?

Primeiramente, enxaqueca é uma síndrome neurológica caracterizada por diferentes sinais e sintomas. Ocorre em indivíduos predispostos geneticamente, em particular, mulheres. Assim, existe uma relação estreita com as flutuações hormonais que ocorrem no período menstrual. Fatores ambientais como estresse, determinados alimentos (queijos amarelos, embutidos, chocolate) e privação de sono são outros fatores que, em pessoas suscetíveis, desencadeiam as crises de dor. Normalmente, uma enxaqueca clássica se inicia com sintomas visuais (como pequenos "vaga-lumes" que antecedem a dor), seguindo-se de uma forte cefaleia pulsátil, em apenas um lado da cabeça, com duração de até dias, piorando quando a pessoa faz exercícios e podendo vir associada a diminuição do limiar para estímulos luminosos e auditivos. Náuseas e vômitos também podem ocorrer.

Durante o episódio de dor, diversas regiões do cérebro estão funcionando anormalmente e o produto disto é a liberação no cérebro de mediadores inflamatórios, como citocinas e substância P. Outro dado interessante e que vem crescendo de importância é o papel da vitamina D, normalmente baixa em indivíduos com enxaqueca crônica. A vitamina D é um hormônio neuroprotetor que também tem ação anti-inflamatória.

No caso da "aura" enxaquecosa, definida como fenômenos visuais que antecedem a crise (pontos luminosos, apagamento de um campo visual, etc), elas geralmente acontecem por conta de uma onda de depressão alastrante, uma alteração elétrica no cérebro que tem origem em regiões posteriores e progride para regiões anteriores da cabeça. A aura é um sintoma de origem cortical que ocorre em 20% dos indivíduos com enxaqueca.

Assim, enxaqueca é uma síndrome com etiologia razoavelmente bem definida, fatores desencadeantes conhecidos e tratamento disponível. Na suspeita de enxaqueca, principalmente formas crônicas, é fundamental procurar o médico para um correto diagnóstico e manejo específico.

 

 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/saude/materias/17985-enxaqueca-producao-de-substancias-inflamatorias-gera-a-crise?utm_source=news_mv&utm_medium=hoje_no_mv&utm_campaign=4656147

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