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Abril Verde

O dia 7 de Abril é o Dia Mundial da Saúde e o dia 28 de Abril é o Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes do Trabalho. Portanto, ações desencadeadas em todo o Brasil para promover a Campanha, foi escolhido o mês de abril para ser o mês da prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.

Durante todo o mês de abril, em João Pessoa e cidades do interior do Estado da Paraíba, o Movimento Abril Verde promoverá encontros, palestras, seminários, debates, mobilizações sociais, sinalizações com o símbolo do laço verde e iluminação esverdeada de edificações públicas ou privadas em referência à segurança e à saúde do trabalhador. A programação terá repercussão na mídia e deverá chamar atenção para a realidade dos acidentes e doenças no Brasil.

O Movimento Abril Verde luta para marcar o mês de abril com a cor da segurança no calendário nacional, dando-lhes mais visibilidade e manifestações de apoio à causa.
O conceito do Abril Verde, por ter um mês inteiro dedicado à conscientização para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho, na intenção de concentrar anualmente nesse período, traz uma série de atividades disseminadores da cultura de prevenção.

 

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FONTE:  https://www.trt13.jus.br/informe-se/noticias/2016/03/a-campanha-porque-abril-verde

Café pode combater inflamações e ajudar a viver mais

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, descobriu que a cafeína age contra a inflamação crônica relacionada ao envelhecimento, ajudando o corpo a combater doenças ao longo dos anos.

Inicialmente, os cientistas analisaram amostras de sangue de 100 pessoas, entre jovens e idosos, para ver quais genes eram especialmente ativos em pessoas mais velhas. Eles encontraram trechos do DNA responsáveis pela produção de uma proteína inflamatória, a IL-1 beta. Além disso, notaram que quanto mais anos de vida o indivíduo possui, mais os "genes inflamatórios" trabalhavam.

"A maioria das doenças consideradas como do 'envelhecimento' são, na verdade, doenças inflamatórias", explicou o líder do estudo David Furman para revista Nature Medicine.

Os pesquisadores constaram que idosos com baixo processo inflamatório curiosamente consumiam café com regularidade, concluindo que a cafeína e outros componentes da bebida inibem o circuito inflamatório.

O objetivo do estudo não é provocar o desaparecimento de cada vestígio de inflamação, isso porque a inflamação tem extrema importância no funcionamento do sistema imunológico. Contudo, a descoberta pode ajudar situações onde o processo está irregular.

"Nossas descobertas mostram que um processo inflamatório associado ao envelhecimento é desencadeado por fenômenos que nós podemos combater", relatou o pesquisador Mark Davis.

Os autores do estudo irão trabalhar em um projeto complementar que analisará amostras maiores, com até 1000 pessoas. Eles planejam usar essas informações para desenvolver um intervalo de referência dos componentes do sistema imunológico, podendo dizer as pessoas se elas apresentam maior risco de desenvolver doenças crônicas impulsionadas pela inflamação.

 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/saude/noticias/27329-cafe-pode-combater-inflamacoes-e-ajudar-a-viver-mais

Correr pode fazer bem para o joelho, indica estudo

Muitas pessoas costumam fugir da corrida por achar que ela é perigosa para o joelho, porém um novo estudo indicou que isso não passa de um mito. Um grupo de pesquisadores da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, chegou à conclusão de que a atividade pode reduzir as chances de inflamação na articulação e de artrose.


O estudo investigou 15 corredores com menos de 30 anos e sem histórico de problemas no joelho ou artrite para examinar seus joelhos após corridas recreativas (aquelas que não têm como objetivo grandes distâncias ou velocidade). Os pesquisadores examinaram substâncias associadas ao processo de inflamação presentes no líquido sinovial - responsável por lubrificar a articulação.


Os resultados, publicados no jornal científico europeu de Fisiologia Aplicada, mostram que apenas meia hora de corrida já ajuda a mudar o interior do joelho, reduzindo as chances de inflamação e de artrite. "Em indivíduos jovens e saudáveis, a corrida recreativa pode gerar a longo prazo um ambiente anti-inflamatório benéfico para a saúde do joelho", afirma o pesquisador Robert Hyldahl.


Além disso, outro estudo semelhante realizado pelo Colégio de Medicina Baylor, nos Estados Unidos, descobriu que os efeitos da corrida na saúde do joelho se refletem também no futuro, reduzindo as chances ou retardando o aparecimento da artrose, doença degenerativa dolorosa que afeta milhões de pessoas no mundo.

 

FONTE: http://www.minhavida.com.br/saude/noticias/30487-correr-pode-fazer-bem-para-o-joelho-indica-estudo

Engenheiros desenvolvem prótese de retina que gera imagem em alta resolução

Dezenas de milhões de pessoas no mundo sofrem com degeneração da retina. Causada por uma variedade de doenças e fatores, sendo um deles a própria idade, a complicação consiste em danos às células fotorreceptoras localizadas no fundo do olho, responsáveis por detectar a luz ambiente e enviar estímulos visuais ao cérebro. A complicação causa vários níveis de deficiência visual e pode levar à cegueira.
Em busca de soluções para o problema, engenheiros da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA) desenvolveram um próprio que poderá restaurar a visão de pessoas afetadas por doenças que danificam a retina, como retinite pigmentosa e diabetes. O estudo foi publicação na edição recente da revista Journal of Neural Engineering e chama a atenção pelo uso de tecnologias que melhoraram a performance da prótese, quando comparada à das hoje disponíveis. Um dos diferenciais é que ela é capaz de gerar imagens em alta resolução.
Apesar dos avanços observados nas duas últimas décadas no desenvolvimento de prótese retinais, os dispositivos comercializados têm ação limitada. A acuidade é bem abaixo do nível de visão 20/200, considerado o limite legal para a cegueira. Além disso, eles dependem de partes externas aos olhos, como óculos munidos de câmeras, para captar as imagens. "Queremos criar uma classe de dispositivos com habilidades drasticamente melhores para ajudar pessoas com a visão prejudicada", diz Gabriel A. Silva, um dos autores do artigo e professor de bioengenharia e oftalmologia da Universidade da Califórnia.
Duas tecnologias formam a base da nova prótese: estruturas formadas por nanofios de silicone capazes de, ao mesmo tempo, detectar a luz e estimular os neurônios existentes na retina, e um dispositivo que transmite energia e dados para dispositivo sem fio com velocidade e eficiência energética recordes. A prótese forma imagens com uma resolução mais alta porque os nanofios têm uma configuração mais próxima aos fotorreceptores da retina humana. "Para restaurar a visão funcional, é crítico que a interface alcance a resolução e a sensibilidade da retina humana", afirma Gert Cauwenberghs, também autor do artigo e professor de bioengenharia na instituição norte-americana.

 

Células estimuladas
Uma das principais diferenças entre o protótipo e as próteses de retina atuais é que ele não requer um sensor de luz externo ao olho para capturar uma cena. Em vez disso, os nanofios de silicone imitam os cones e bastonetes da retina - células sensíveis à luz - para estimular diretamente os neurônios. Essa conversão imediata da luz em sinais elétricos, feita no próprio olho, permite que a prótese tenha uma arquitetura muito mais simples.
Uma tecnologia desenvolvida por pesquisadores liderados por Gert fornece energia sem fio para o protótipo de fora do corpo do implante. O dispositivo é altamente eficiente, pois minimiza a perda de energia tanto no processo de transmissão quanto na estimulação da retina. Até 90% da energia transmitida é aproveitada.
A fim de testar o protótipo, os pesquisadores o inseriram embaixo da retina de ratos com degeneração, e a membrana foi conectada a microeletrodos capazes de detectar aumentos na atividade neural. Quando expostos a uma combinação de luz e estímulo elétrico, os neurônios encontrados na retina reagiram e se mantiveram neutros na ausência dos dois fatores, comprovando a ativação por luz e energia do dispositivo. A intenção da equipe é, no futuro, adaptar a tecnologia para o uso em humanos. No momento, eles realizam mais experimentos com animais, que serão seguidos por testes clínicos.

 

FONTE: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2017/03/15/interna_ciencia_saude,580766/protese-de-retina-gera-imagem-em-alta-resolucao.shtml

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