Notícias

Sal rosa do Himalaia realmente faz bem para a saúde?

O sal rosa do Himalaia ganhou uma popularidade colossal. Ele tomou conta da cozinha de quem busca uma alimentação mais saudável, está em luminárias que prometem melhorar o sono e até em salas de spa que aliviam o estresse. Mas será que esse mineral faz realimente bem para a saúde?
Feito de cristais de rocha de sal extraídos de áreas próximas ao Himalaia - muitas vezes no Paquistão - esse sal possui uma cor rosada devido ao magnésio, ao potássio e ao cálcio, minerais encontrados em sua composição.
Na forma de luminária, o sal rosa do Himalaia, segunda as empresas responsáveis pelo objeto, ameniza transtornos de humor, aumenta a energia, melhora o sono e limpa o ar de poluentes. Supostamente, faz isso absorvendo moléculas de água do ar e liberando íons negativos, que eliminam partículas, como a poeira, que podem causar problemas respiratórios.
A ideia remete ao ar próximo da água em movimento, que também contém altos níveis de íons negativos e que serviu para que alguns pesquisadores sugerissem que gastar tempo na natureza traz benefícios à saúde. Um produto artificial pode produzir o mesmo efeito? É duvidoso.
Até agora, nenhum estudo comprovou a capacidade de geração de íons negativos das luminárias de sal rosa. "Não há suporte científico para tais alegações relacionadas a lâmpadas de sal do Himalaia", diz o Andy Weil, diretor no Centro de Medicina Integrativa da Universidade do Arizona, em entrevista à revista norte-americana Time.
Spas também estão se beneficiando da fama do sal rosa para oferecer terapias à base do mineral. Os clientes se sentam nos quartos e respiram profundamente, enquanto pequenas partículas de sal são dispersas, aliviando condições respiratórias e estresse. No entanto, essas terapias ainda não são apoiadas por evidências sólidas.
"A terapia de sal tem sido usada e debatida durante séculos na prática médica, mas tem sido usada e debatida durante séculos na prática de medicina alternativa ou complementar", diz Lily Pien, alergista da Cleveland Clinic. Segundo ela, um possível benefício da terapia pode não provir do sal, mas de dar-se 30 a 45 minutos de tempo de silêncio - um ótimo método de aliviar o estresse.
Quanto ao sal comestível, o mais famoso uso do produto, alguns argumentam ele é melhor que a variedade branca regular quando usada na culinária. Os defensores afirmam que o sal rosa tem mais minerais do que o sal típico, mas não é provável que você obtenha benefícios extras de saúde ao comê-lo, diz Weil. O sal rosa do Himalaia, apesar de conter uma maior concentração de oligoelementos, é nutricionalmente muito semelhante ao sal regular.
Conclusão: se você quiser adicionar uma pitada de sal rosa ao seu alimento, vá em frente, mas provavelmente não colherá quaisquer benefícios especiais para a saúde. E há ainda menos evidências sobre aproveitar o brilho de uma lâmpada de sal rosa do Himalaia ou apostar em um tratamento de spa à base de sal.

 

FONTE: http://epocanegocios.globo.com/Vida/noticia/2017/07/entenda-se-o-sal-rosa-do-himalaia-realmente-faz-bem-para-saude.html

Computador vai recomendar melhor tratamento para pacientes com câncer

Apartir desta semana, os médicos do Hospital do Câncer Mãe de Deus, em Porto Alegre, contarão com mais um "especialista" para auxiliá-los na definição do melhor tratamento para cada paciente. O novo integrante da equipe não é oncologista nem sequer formado em Medicina. Trata-se de um supercomputador que recomenda ao médico, em segundos, as melhores opções terapêuticas para cada caso, com base na análise de um banco de dados com milhões de evidências científicas.
O hospital gaúcho será o primeiro da América do Sul a utilizar a tecnologia Watson, da IBM, na área de oncologia. Por meio do sistema, o médico insere os dados clínicos do paciente, como sexo, idade, tipo de tumor, estágio da doença e resultados de exames, e recebe a lista com os tratamentos mais recomendados para cada caso.
"A plataforma vai trazer tanto evidências científicas já certificadas por uma curadoria de especialistas internacionais quanto evidências de estudos publicados há poucos dias, que o médico pode nem ter tido acesso ainda. O principal objetivo do Watson não é substituir qualquer profissional, mas, sim, empoderar o oncologista para tomar a melhor decisão com base em todas as evidências científicas existentes", explica Eduardo Cipriani, da IBM Watson Health no Brasil.
 
Ele afirma que o sistema se faz necessário diante do grande volume de dados médicos que surgem a cada dia. "Até 2020, toda informação de Medicina dobrará a cada 73 dias e a capacidade de se manter atualizado está se tornando desumana."Para dar sua "opinião" ao médico, o Watson consulta, em segundos, 15 milhões de conteúdos científicos, incluindo 200 textos médicos e 300 artigos. O produto já é utilizado em Estados Unidos, Europa e países asiáticos como India e China.
 
Para o médico Carlos Barrios, diretor do Hospital Mãe de Deus, a plataforma vai ajudar a definir um tratamento personalizado para cada doente. "A diversidade de novos tratamentos e medicamentos é imensa. Dois pacientes podem ter o mesmo tipo de câncer, mas isso não quer dizer que o tratamento será igual. A opção escolhida pode impactar imensamente no resultado", diz. A tecnologia Watson já pode ser usada para sete tipos de câncer e deverá englobar até 18 tipos até o final do ano, segundo a IBM.
 
"Ferramenta extra"
Médica do Centro de Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Renata D\' Alpino diz que o programa é uma ferramenta extra dada aos médicos que já seguem a tendência dos tratamentos individualizados. "Os oncologistas já tentam hoje considerar as características individuais de cada paciente e da doença pra definir a melhor opção. A plataforma vai ajudar os médicos principalmente nos casos mais conflitantes, quando não há consenso."
 

Cientistas criam coração de silicone que bate como o humano

Existem no mundo cerca de 26 milhões de pessoas com problemas cardíacos, mas o número de doadores não consegue suprir os transplantes necessários. Pensando nisso, cientistas do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, usaram a tecnologia de impressão 3D para criar um coração de silicone que funciona como o humano, que no futuro pode salvar a vida de pacientes.
"O nosso objetivo é desenvolver um coração artificial que tenha praticamente o mesmo tamanho do órgão do paciente e que imite o coração humano o mais próximo possível em forma e função", disse Nicholas Cohrs, estudante de doutorado que desenvolveu o coração artificial.

Diferente dos corações artificias existentes, o desenvolvido por Cohrs é oco e macio, características possíveis pela aplicação da impressão 3D. Dessa forma, foi possível recriar s ventrículos esquerdo e direito, assim como um coração humano, mas eles não são separados pelo septo interatrial, mas por uma câmara adicional, capaz de bombear o sangue, substituindo a contração muscular. "É um monobloco de silicone com estrutura interna complexa", explicou Cohrs, sobre a réplica do órgão que pesa 390 gramas com volume de 679 centímetros cúbicos.

O coração foi descrito no periódico “Artificial Organs”. Os pesquisadores demonstraram ainda que o coração de silicone é funcional. Nos testes, o órgão artificial foi capaz de bombear um líquido similar ao sangue humano, mas o material suporta apenas 3 mil batidas, o que corresponde a apenas meia hora de funcionamento. Depois disso, o material não é mais capaz de manter a pressão.

"Este foi apenas um teste de viabilidade", ponderou o pesquisador. "Nosso objetivo não era apresentar um coração pronto para ser implantado, mas pensar numa nova direção para o desenvolvimento de corações artificiais."

Agora, o próximo passo é fortalecer o material e a performance, para que ele dure por mais tempo. A ideia é que o coração de silicone seja usado como uma ponte, entre a falência do órgão do paciente e um transplante.

 

FONTE: http://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2017/07/cientistas-criam-coracao-de-silicone-que-bate-como-o-humano.html

Palestra Custos de Contratos de Manutenção para Equipamentos Médicos

O Einstein tem o prazer de convidá-lo para o I Workshop de Atualização em Saúde, que acontecerá no próximo dia 19/07, no Rio de Janeiro.

O evento contará com 10 palestras simultâneas que abordarão temas atuais relacionados à atuação do profissional da saúde.

O Workshop Einstein acontecerá às 18h30h na Unidade Einstein – Rio de Janeiro, localizada na Rua do Passeio, 42, a 80 metros da Estação Cinelândia.

Para garantir a sua participação, basta responder este e-mail para O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até 18/07 com o tema da sala em que deseja estar presente.

Confira abaixo os assuntos da edição:

 

tabela albert

 

FONTE: http://www.sindhrio.org.br/15-eventos/209-workshop-einstein

Notícias e Eventos

Notícias antigas

Trabalhe Conosco

rhengeclinic.com

E-mails: engeclinic@engeclinic.com / comercial@engeclinic.com • Tel.: +55 (21) 3490-2666 / (21) 3896-6363 / (21) 2512-6552 • Engeclinic Serviços LTDA. Todos os direitos reservados.